
Na platéia a galera grita: “Restart, Restart, Restart”
Não demora muito e o sofisticado jogo de luzes, criado e executado por Ricardo Silva , revela todo o palco, os microfones, o brilho dos pratos de bateria, aguardando as baquetas para lhe dar vida. Os holofotes sobre a plateia acendem, mostrando a emoção estampada no rosto de cada fã, o sorriso dos pais segurando seus filhos no colo ou pelas mãos. A respiração de todos fica suspensa, até que aos poucos a fumaça de gelo seco começa a surgir e vai se espalhando, cobrindo o cenário. Soa o primeiro acorde da vinheta que abre o show - a vibração dos fãs é tanta que o chão treme. De repente, surge o Thomas, em pé no centro do palco, atrás da bateria, apenas com o som das baquetas batendo uma na outra, em riste. O público vai à loucura. Logo depois entram Koba, O Pelu e o Pe Lanza, e já não se ouve mais nada a não ser os gritos da platéia dando boas-vindas para à banda.
Trecho retirado do livro Restart - Coração na mão
Nenhum comentário:
Postar um comentário